uClibc

Para quem não entendeu porque eu gosto da uClibc…

Instalação da GNU LibC

Hub queimado

Hoje ganhei a missão de achar um HUB para o pessoal que estava depurando um problema entre um telefone SIP e um PABX. E após muita procura, encontrei o último, na informática. Porém, ao liga-lo, ele não funcionou. Então, abri-o e ví que a fonte estava queimada.

Bom, a solução foi usar uma fonte de computador e fazer:

O PRIMEIRO HUB COM FONTE EXTERNA E BOTÃO LIGA/DESLIGA DO MUNDO!

Fonte

HUB com fonte externa e botão liga/desliga

Mereceu uma foto 🙂

LinuxCon Brazil 2010 slides presentation

That’s the slides of my presentation at LinuxCon Brazil 2010:

pdf: bristot_rt_tips_and_tools_linuxcon2010.pdf
odf: bristot_rt_tips_and_tools_linuxcon2010.odf

My Sons

That’s my sons:

My sons :)

The left most is  eee.bristot.eti.br: an asus eeePC that’s always with me at my bag. Is a INTEL ATOM n270, I got it because of you battery life, about 6 hour of full work, and your weight, about 1,3Kg with all packages installed and all my music inside 😉
It’s run Fedora 13 with XFCE Desktop environment.

At the middle is kiron.bristot.eti.br and amd64rt.bristot.eti.br: ok is only the screen, but is an DELL Inspiron 531 with an AMD Athlon 64 X2 3800+.
That’s my desktop and test machine, I run fedora 13 on two installations:

  • The first one is for my desktop machine, where I watch some movies , surf on internet and use to develop some embedded and kernel. The desktop environment is Gnome.
  • The second one is for test real-time Linux kernel and make some applications. It run Fedora 13 with a custom kernel with the last real time patch, the desktop environment is XFCE.

The right most computer is an at91sam9260ek called as at91.bristot.eti.br. Is an Atmel development Kit for at91sam9260 processor (an ARM 926ej-s CPU at 200Mhz).
It run Buildroot Linux with a custom kernel with preempt-rt Linux and I use it to study drivers, kernel, and hardware architecture.

Where wallpaper is possible, is always about MotoGP, preferentially pictures where Valentino Rossi #46 is at 1st position. There is more development kits here, with TI omap3, blackfin and anthers embedded processors, but, these are the computer that i use more 🙂

OpenSolaris cancelled, to be replaced with Solaris 11 Express

Today I read a bad notice, OpenSolaris is dead!

Alasdair Lumsden: This memo was circulated internally within Oracle (and subsequently leaked). Basically, the open source development model has now been axed and OpenSolaris is officially now dead. A very sad day indeed… read the entire notice here.

Despite I did never used OpenSolaris to work, there is a lot of fun features the OpenSolaris brought to OpenSource operating system community, like ZFS and Dtrace.

LinuxCon 2010: Linux on Real-Time Embedded Systems: Tips and Tools

6:00pm, Tuesday, September 1st
Location: Ballroom 2
Topic: Embedded

By supporting many hardware architectures and reducing the time-to-market, Linux became a frequently choice of operating system to embedded telecommunication devices. However, the vanilla Linux kernel is a soft real-time operating system and needs some patchs, tools an techniques to makes possible your utilization on systems with firm real-time requirements. This presentation shows some tips and tools, collected during the development of embedded telecommunication devices, that transform the vanilla Linux on a operating system able to meet the firm real-time requirements of telecommunications devices, even on small embedded systems. The target audience of this presentation is developers of embedded, real-time and telecommunication systems. It is desired an intermediate knowledge on hardware architecture and solid knowledge in operating systems (IRQ Handling, Scheduling, Real Time).


Daniel Bristot de Oliveira, Intelbras SA

Daniel Bristot de Oliveira is a Computer Scientist and currently is getting master degree in Engineering of Automation and Systems at the Federal University of Santa Catarina, where his research line is real-time operating systems. He is currently a software engineer at Intelbras, a Brazilian telecommunication devices factory, where he is responsible for the OS layer used in the development of embedded systems for telecommunication devices. His key skills are: Customization of the Linux Kernel, device drivers, Real-Time and low level network protocols. He lectured presentations on FISL (2007 and 2009), CONISLI (2006 and 2007), LinuxChix Brazil Meeting and others national and regional events in Brazil.

Creating a daemon in C

#include 
#include 
#include 

/* based on code lighttpd:server.c source file */

void daemonize(void) {
        signal(SIGTTOU, SIG_IGN);
        signal(SIGTTIN, SIG_IGN);
        signal(SIGTSTP, SIG_IGN);
        if (0 != fork()) exit(0);

        if (-1 == setsid()) exit(0);

        signal(SIGHUP, SIG_IGN);

        if (0 != fork()) exit(0);

        if (0 != chdir("/")) exit(0);
}

int main(){

	int i;
        printf("Perhaps you want do something before go to background\n");
	scanf("%d", &i);

	daemonize();

	for (;;){
		sleep(10);
	}

}

Linux 2.6.33

O Lançamento já foi a semana passada, mas só consegui achar um tempinho hoje…

Primeiro, dica para quem não conhece, o Kernel Newbies sempre faz um Changelog Human Readable de um release do kernel, o do .33 pode ser acessado em: http://kernelnewbies.org/Linux_2_6_33

Bom, Os drivers Nouveau, que são a novidade para os desktopinianos não são tão novidade assim, quem ja descompactou um srpm do kernel do Fedora iria ver uma penca de patchs do Nouveau… Para mim isto era um encomodo (ter o nouveau como patchs) isto porque a cada novo lançamento do patch RT eu tinha que fazer um merge entre o kernel vanilla + drivers nouveau + patch RT…
Não é de se espantar que estes drivers em grande parte sejam contribuição das Red Hat, e isto reforça mais ainda a minha opnião contrária as distribuições que só fazem uso das tecnologias Open Source… como o Ubuntu. Sinceramente, eu acompanho notícias diárias sobre Open Source e raramente vejo a Canonical ajudando algum projeto além de sí própria #Canonical = #Anti-OpenSource.

O DRBD Faz parte do kernel!!!!! Esta sim é uma ótima notícia. Me lembro de ter usado o DRBD em um cluster de alto desempenho, no cluster era feita a replicação de um sistema de arquivos em dois servidores HP DL350G5, estes servidores serviam imagens de instalação do sistema operacional na linha de produção de uma conhecida fábrica de computadores brasileira. Detalhe: Cada servidor possuia 9 (isto mesmo NOVE) interfaces de rede para poder dar a vasão necessária para as diversas máquinas fazendo donwload de imagem em paralelo. Na época fiquei com um pouco de receio de usar o DRBD, principalmente porque ele não era parte do kernel e sobre este eu rodava o sistema de arquivos GFS… Acho que esta feature vai alegrar muitos administradores de redes pelo mundo a fora.

Eu já havia lido este artigo sobre os SynCookies, Resumidamente, a idéia do SynCookie é tentar minimizar o consumo de recursos (principalmente memória) que um servidor precisa para armazenar os estados das conexões de redes, por exemplo, um ataque “SynFlood” distribuído pode causar um DDoS justamente pela falta de recursos no sistema operacional para manter o estado de toda estas novas conexões. Se você é um hacker de redes, aconselho a ler o aritigo.

Como eu não tenho nem um nintendo nem um game cube, não faz diferença se o Linux roda lá ou não hehehe… brincadeira 🙂

Para o mundo dos embarcados as boas notícias vem do mm, primeiro as páginas compartilhadas do KSM agora podem ir para o Swap, mas você deve estar se perguntando, com a baixíssima velocidade das memórias flash e o seu tempo de vida limitado pela quantidade de escrita, quem usa Swap em embarcados?

Com o compchache eu utilizaria. o Compcacge é uma das novas features do .33, com ele é possível criar um disco swap em ram (an? um disco de swap em RAM?) isto, só que as páginas do swap em RAM são compactadas, assim, provendo uma maneira de compactar as páginas menos utilizadas do embarcado, assim economizando ainda mais memória:

Imagine só, 10 executáveis compartilhando uma página que quando não utilizada fica em uma RAM compactada! Vou experimentar isto em um embarcado e postarei os resultados por aqui…

Além disto, os perfs foram portados para o ARM e por fim…

“Android removed from the Linux kernel”
Bom, com os acontecimentos dos últimos meses, cada dia levo-me a crer que o futuro dos celulares é usando o Linux puro, como no caso do Maemo, celulares da Motorola, o projeto do Linux da samsung que não me lembro o nome…
O Google pode ter um e-mail muito bom, um serviço de MAPS mara, mas com esta mania de dominar o mundo fazendo fork de tudo (como os Chrome*) acaba reinventado a roda, e em alguns casos se puxando para baixo pelos seu próprios cadarços…

Enfim! Seja bem vindo 2.6.33:

[daniel@darwin toolchain]$ uname -r
2.6.33-rt4

O que ando fazendo…

Nestas duas últimas semanas tenho tido bons trabalhos, o primeiro foi uma experiencia com Flash NAND e sistemas de arquivos para Flash. Nesta brincadeira fiz um “BacaSoftware” para formatar, escrever, ler, comparar flash e arquivos escritos direto na flash… ta, eu já sei que o mtd-utils faz isto, mas sabe… foi tao divertido… poxa deixa-me ser criança e brincar um pouco.

Sobre os sistemas de arquivos utilizei o UBIFS, e após muitas lidas na FAQ e um Patch fiz ele funcionar… O que valeu a pena, obtive mais de 30% de compactação dos arquivos na FLASH, isto utilizando o modo de compactação mais “performático”. Além disto gracas ao sistema de cache do sistema de arquivos as velocidades de leitura e gravação são muito boas, espero em breve fazer um melhor artigo sobre isto.

Outra coisa legal é que o patch RT para o 2.6.31.6 e o RT1 do 2.6.38-rc8 estão congelado em um kit de desenvolvimento ARM que utilizo… Depurando pude ver que isto acontece depois do asm_do_IRQ da interrupção do console serial. Em uma conversa no #linux-rt@OFTC o tglx me deu a dica de ser o terminal compartilhando o IRQ com o rtc, batata, era isto mesmo, a saída 1 seria trocar o IRQ do console para um diferente do utilizado pelo rtc… porém a AIC (advanced Interrupt controller) do embarcado não suporta isto… Bom, como não é novidade: Gostei 🙂 estou lendo todo o código de tratamento de IRQ do Linux, tanto normal quanto + rt… ainda a procura da solução…

Formato de compressão do kernel

Semana passada vi um artigo que falava sobre o formato de compactação do kernel disponível no kernel.org, isto porque com o relativamente novo LZMA pode-se obter uma considerável melhora na compressão do Kernel, em uma comparação dos formatos de compactação, o Kernel 3.6.32 obteve os seguintes tamanhos compactados:
GZ: 79MB
BZ2: 62MB
LZMA: 53MB

Claro que nem tudo é baunilha (estou no shopping e na minha frente tem um monte de televisores a venda, passando uma receita de como fazer um sorvete de baunilha, acho que isto eh uma mensagem subliminar da sorveteria)…

Devido a relativa pequena idade do LZMA, muitas distribuições mais antigas mas ainda utilizadas como o RHEL3 ainda não possuem ferramentas capazes de comprimir/descomprimir arquivos xz (extensão dos arquivos compactados com LZMA)… Para os embarcados: o Busybox já possui a um bom tempo o suporte a descompressão LZMA.